Clipping – Jornal do Comércio – Mudanças que vieram para ficar em casa

Depois de um período sombrio entre 2015 e 2018, reflexo das crises institucional, política e econômica, o mercado imobiliário está vivendo um momento único de retomada desde o segundo semestre de 2019.

O efeito dos juros baixos, da oferta de crédito e da confiança são estímulos incríveis para o empreendedorismo e para a busca de alternativas de investimentos mais sofisticadas e inteligentes, uma vez que produtos tradicionais de renda fixa não superam a inflação. Isto faz com que os rentistas, acostumados com juros exorbitantes, se reinventem.

Desta forma, o imóvel se torna um produto de investimento extremamente atrativo. São diversas as possibilidades que o produto imobiliário traz como alternativa de investimento. Tanto a compra de um imóvel, apostando na valorização para venda futura e buscando proteção patrimonial ou na renda que a locação pode gerar em uma economia crescente, quanto o foco em empreender, construindo para vender ou locar, são opções altamente rentáveis e seguras. Ainda existem alternativas vinculadas ao mercado financeiro, como fundos imobiliários, fundos de direitos creditórios que adquirem carteiras imobiliárias e CRIs.

Somado a tudo isso, a herança positiva que a pandemia deixou para o mercado imobiliário fez com que a liquidez e a valorização acelerassem ainda mais. Os estoques terminaram e os lançamentos obtiveram performance impressionante, algo que acompanhamos de perto nos empreendimentos mais recentes da Cotiza. Jamais as pessoas valorizam tanto a sua casa, o seu espaço e a qualidade de vida. Independente da faixa econômica e do perfil do produto, todos perceberam o quão importante é pensar e investir no seu lar. O home office se provou eficiente em diversas áreas e, junto com as escolas com aulas virtuais e as compras online, contribuiu ainda mais para que este processo se tornasse uma realidade.

Todo mercado imobiliário respondeu positivamente diante de tudo isso, mas foi o urbanismo que mais se destacou. O jardim, o ar livre e a liberdade que o produto de lote traz para as famílias foi valorizado como nunca. Ter um espaço privado para os filhos brincarem, correrem e terem contato com a natureza, um ambiente que permite descomprimir e relaxar são alguns dos fatores que transformaram o conceito de morar bem nas pessoas.

A pandemia está indo embora, mas a memória dos momentos vividos transformou o jeito de viver das famílias, e continuaremos vendo os resultados dessas mudanças por muito tempo, no design das nossas cidades e locais de moradia.

Fonte: Jornal do Comércio

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